Diretores da Fênix DTVM, Andrei Giometti e Pedro Eugênio Gomes Procópio da Silva representaram a cadeia produtiva da pequena e média mineração de Mato Grosso na Conferência Internacional “Negócios incomuns: que futuro para a ASM pós-Covid-19?”, nos dias 06 e 07 de dezembro, em Nairobi, Quênia.
O evento foi organizado pelo Fundo Fiduciário Multidoador (MDTF) de Apoio Programático Global Extrativo do Banco Mundial (EGPS) e discutiu quais as lições aprendidas e as respostas feitas para apoiar as comunidades da mineração artesanal em pequena escala (ASM), durante a crise provocada pela Covid-19.
Os empresários foram convidados pelo Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da Universidade de São Paulo (NAP.Mineração/USP), a compor a comitiva brasileira que participou do evento, devido as contribuições que veem sendo implementadas pela Fênix DTVM, em prol das boas práticas da pequena e média mineração da baixada cuiabana.
Também compuseram a comitiva, o diretor e o engenheiro de minas do NAP.Mineração, Giorgio de Tomi e Carlos Henrique Xavier Araujo, respectivamente e a presidente da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (COOGAVEPE), Solange Barbosa.
Sobre o Extractives Global Programmatic Support (EGPS)
O Fundo Fiduciário Multidoador de Apoio Programático Global Extrativista (EGPS) ajuda os países em desenvolvimento dependentes de recursos a gerenciar seus recursos de petróleo, gás e mineração para apoiar a redução da pobreza e impulsionar o crescimento e o desenvolvimento inclusivos e sustentáveis.
O programa se concentra no fortalecimento da transparência, governança, capacidade institucional, diversificação econômica local e marcos regulatórios para garantir a sustentabilidade social e ambiental.
Tem foco estratégico no apoio a países pobres e frágeis/afetados por conflitos na governança de seus recursos de petróleo, gás e minerais. Os subsídios do EGPS ajudam os governos a implementar uma série de reformas que constroem um setor de indústrias extrativas robusto e transparente.